terça-feira, 21 de janeiro de 2020
Dicionário coreano-português (7)
환멸 - decepção, desilusão
불신 - desconfiança
증오 - ódio, aversão
무조건 - incondicional
토론용어 - termo de debate
영결하다 - despedir-se para sempre (de alguém que faleceu)
애석하다 - ser triste, lamentável
애도 - condolência
개척 - iniciado em, pioneiro (a) em...
세심 - estar sob cuidados
비록 - embora
서거하다 - falecer
공적 - méritos, contribuições
고이 잠드시라 - descanse em paz
분렬 - divisão, segmentação
리로운 - benéfico
분야 - área, esfera (da vida social)
대조 - contraste, comparação com algo
실수 - erro, falha
시약 - reagente químico
개인주의 - individualismo
리기심 - egoísmo
실례 - grosseria
례절 - polidez
인격 - personalidade, característica
랭랭하다 - ser frio, indiferente
풍모 - fisionomia, semblante
거만하다 - ser arrogante
객관 - objetivo
요구 - demanda
terça-feira, 14 de janeiro de 2020
Dicionário coreano-português (6)
로임 - salário
언론의 자유 - liberdade de imprensa
집집마다 - de porta em porta
풍년 - colheita abundante
분배 - distribuição, repartição
우르릉 - ressoar, tronar
타령 - balada tradicional coreana
포로 - prisioneiro
력대 - gerações sucessivas
열의 - entusiasmo
교형리 - enforcamento, tortura
리윤 - benefício, ganho, lucro
상환 - reembolso
오보 - notícia errônea
리자 - interesse
성스런 - sagrado
난관 - dificuldade
가리울 - oculto, obscuro
뭉쳐 - unir, misturar, aglutinar
총창 - baioneta
용감히 - com bravura, ousadia, coragem
구걸 - suplicar
아무리 - por mais que
명령 - ordem, decreto
두렴 - medo, temor
핑계 - pretexto
긴장한 - nervoso
비관 - pessimismo
오해 - mal-entendido
싸움 - discussão
segunda-feira, 9 de dezembro de 2019
Formalidade
Todos que estudam a língua coreana sabem que existem vários níveis de formalidade relacionados com a hierarquia, sendo que muitos deles, os mais formais, caíram no desuso, sendo usado entre três a quatro níveis de hierarquia na vida cotidiana nos dias atuais, para situações diferentes.
Todavia, como bem se sabe, o estudo sobre a língua coreana no exterior é em sua maioria esmagadora baseado no dialeto de Seul, o que põe sempre a dúvida - E como é no norte?
Atendendo a um pedido de postagem, tentarei explicar um pouco sobre a questão e esclarecer esta dúvida.
Mas, desde já, digo que a linguagem escrita e falada devem ser analisadas por separado, de modo que na escrita utiliza-se o modo descritivo (sendo as publicações um conteúdo jornalístico), uma linguagem padrão que não necessariamente leva em conta hierarquia, enquanto na linguagem, também no norte há uso de pelo menos quatro níveis de formalidade, com a formalidade sendo utilizada com muito mais frequência no dia a dia.
Em relação à escrita, faço um adendo somente à textos religiosos e literários que utilizam-se mais do nível hierárquico na escrita.
A diferença básica está em como se dá a educação no norte.
Sob o princípio de desenvolver uma sociedade altamente civilizada e intelectualizar toda a sociedade, se ensina já nos primeiros anos escolares (pós-jardim de infância e alfabetização) os alunos a falarem e escreverem de forma formal, ademais de seus pais cumprirem também com o papel de educadores neste quesito.
A formalidade mais comum na RPDC é o 합쇼체 (uso de -ㅂ니다 ou -습니다 no fim da sentença) que é considerado formal demais na Coreia do Sul, onde as pessoas também utilizam-o mas para ocasiões específicas.
Entretanto, é um pouco mais difícil o uso de 해요체 (아요 ou 어요 no fim da sentença) que bastante utilizado no sul.
No Norte também existe a hierarquia na linguagem, de acordo com cada situação, sendo a formalidade, como dito anteriormente, utilizada mesmo em conversações entre pessoas próximas, salvo poucas exceções.
quinta-feira, 10 de outubro de 2019
Sobre a transliteração de palavras chinesas
Hoje trago um tema que exigirá bastante atenção para ser compreendido, por envolver várias questões idiomáticas e até políticas que, infelizmente, não são bem explicadas em língua portuguesa ou mesmo em outros idiomas.
Como muitos sabem, antigamente na Coreia utilizava-se os caracteres chineses (obviamente, não simplificados) que eram lidos de forma coreana. Estes caracteres chineses em coreano são chamados de hanja (漢字) e, nos dias atuais, não são mais utilizados na vida cotidiana tanto no norte como no sul.
Tendo em vista a situação difícil das pessoas não-literatas com relação ao hanja, que era, em poucas palavras, uma linguagem da classe dominante, o rei Sejong orientou a criação, do zero, do alfabeto coreano que era muito mais simples de ser compreendido mesmo para aqueles com pouca instrução.
O chamado Hunminjongum (훈민정음) - que significa "pronúncia correta para a educação do povo" - foi publicado em 1444, mas sofreu resistência da classe literata por séculos, sobretudo após a morte de Sejong. Só foi oficialmente reconhecido em documento no final do século XIX por pressão popular, incluindo as revoltas camponesas e o desenvolvimento do chamado "nacionalismo coreano".
Entretanto, apesar da rejeição que recebeu durante este longo período, foi usado nos séculos XVI e XVII por alguns poetas e romancistas. Por vezes, os caracteres coreanos eram misturados com os chineses.
No período final da dinastia feudal de Joson o alfabeto coreano já era utilizado amplamente nas escolas, juntamente com o hanja que não foi excluído e que ainda era predominante nas principais publicações - livros, jornais, cartas, etc - devido ao longo período que esteve em vigência como única forma de escrita.
Com a ocupação do Japão na Coreia o idioma coreano sofreu grave risco de extinção com a proibição do ensino da língua natal e o ensino sistemático do idioma japonês. Todavia, muitas escolas clandestinas continuaram ensinando o idioma e impediram um estrago maior dos imperialistas japoneses.
Com a libertação da Coreia em 1945, a ideia que se tinha era continuar o desenvolvimento da língua coreana e a gradual retirada do hanja da vida cotidiana da população. Entretanto, com a divisão da Coreia, norte e sul tomaram rumos diferentes em relação ao desenvolvimento da linguagem e preservação dos traços culturais.
Sob o domínio dos imperialistas estadunidenses e dos traidores da nação pró-japoneses, na Coreia do Sul valorizou-se novamente o hanja nas publicações, bem como a introdução do japonismo e do anglicismo.
Em contraste, na Coreia do Norte houve uma grande preocupação com a questão linguística desde o ponto de vista do desenvolvimento da língua coreana pura - sem excessivas derivações de outras línguas - como também com a não criação de "dois idiomas" diferentes no norte e no sul.
O grande Líder camarada Kim Il Sung deu instruções justas para que o hanja não fosse mais usado, por meio de um processo gradual, com o uso exclusivo do alfabeto coreano, o Josonmal (조선말).
Instruiu os linguistas para que se fizessem neologismos (criação de uma palavra através de outra) puramente coreanos de forma a preservar as valiosas tradições do povo coreano.
Por outro lado, na Coreia do Sul, em que os neologismos eram feitos, em grande parte, por meio de palavras derivadas do chinês, japonês e até mesmo do inglês, uma transformação linguística foi observada. A situação pioraria ainda mais com reformas linguísticas ainda nos anos da década de 1950, que diferenciaram muitas palavras no norte e no sul.
Atualmente fala-se, entre os estudantes de língua coreana (em maioria, baseados no dialeto de Seul) que "o Norte" fala diferente, e propaga-se até mesmo a errônea ideia de que ainda utiliza-se hanja no norte.
Ademais, se formos analisar, o idioma adulterado falado no sul é hoje ensinado como" a língua coreana" como se fosse a original e propagado aos estrangeiros interessados em aprender desta forma, o que é, de um ponto de vista histórico, um evento lamentável.
Poucos dizem, ou tem coragem de dizer, mas o coreano puro é o falado na República Popular Democrática da Coreia, que defende as raízes históricas deste belíssimo vernáculo há mais de 70 anos.
Mas, veja, não estou criticando os cursos de coreano, que são válidos e eu inclusive curso um atualmente, somente apontando uma questão muito mais profunda cuja responsabilidade maior provém do Estado fantoche sul-coreano.
Uma concepção básica que deve-se quebrar o quanto antes, em relação direta com a questão linguística e suas diferenciações norte-sul, é sobre a palavra "Coreia".
Coreia é Joson (조선), ponto. Esta palavra foi cunhada há cerca de 5000 anos e adotada para nomear a última dinastia coreana que surgiu no século XIV. Como o alfabeto coreano foi criado durante esta referida dinastia, a palavra originalmente era escrita em hanja: 朝鮮
A palavra hanguk (한국) foi criada posteriormente pelos fantoches sul-coreanos, sob a escusa de "diferenciar da antiga dinastia feudal". No norte, quando se refere à última dinastia feudal fala-se 조선시대 (dinastia coreana), da mesma forma que se fala no sul, porém, os fantoches sul-coreanos quiseram usar o "han" para se referir à Coreia, como uma forma explícita de separar sul e norte.
A palavra 한국 de forma literal quer dizer "país coreano", no entendimento sul-coreano. Outros dizem que deriva-se do rio Han (한강) que tem importância histórica na Coreia, mas essa última hipótese é quebrada no entendimento de que o hanja para o rio Han não é 韓 ("Coreia"), mas 漢 (chinês).
Han (한) neste sentido adquiriu o significado de "grande", "ótimo" ou "largo", diferenciando-se do "han chinês" que tem a mesma pronúncia mas significado diferente. Mas isso não muda o fato de que a origem vem do chinês, tampouco que visou separar norte e sul.
Esmiuçando a palavra para melhor entendimento, 한 seria grande, ótimo ou largo, e 국 significa país.
O nome oficial da chamada "República da Coreia" é 대한민국. Nesse caso temos o "Coreia" sendo tratado como "대한" - em que 대 tem o significado, separadamente, de grande - e 민국 é tratado como "República" (que no norte diz-se 공화국).
Sendo Coreia 조선, Coreia do Norte é 북조선 e Coreia do Sul é 남조선. Se a Coreia do Sul fosse um Estado oficialmente reconhecido pela RPDC, seria chamada de (남)조선공화국, que é, literalmente, República da Coreia (do Sul).
Entendido isso, podemos voltar para a questão do hanja e fala um pouco sobre sua função nos dias atuais, as diferenças norte-sul (sem, até mesmo nesta parte vamos ver isso) e por fim, sua transliteração que é nossa conclusão e ponto-chave para a explicação.
O hanja não é mais ensinado nas escolas coreanas (nem no norte, nem no sul), apenas em cursos e instituições voltadas para aqueles que tem interesse em aprender, especialmente estudiosos de história e outros temas relacionados aos tempos antigos que exigem ler documentos escritos em hanja. Há muitos tradutores do hanja para o coreano tanto no norte como no sul e várias publicações de grande valor foram traduzidas.
Para entender melhor, diferente dos chineses, que usam seus caracteres e leem de sua forma, os coreanos leem os caracteres de "forma coreana". Ou seja, se você quiser ler o hanja sabendo o alfabeto coreano (igual no norte e no sul) você precisará saber o som equivalente de cada caractere.
Até nisso encontramos diferenças norte-sul, o que se deve à reforma na escrita na Coreia do Sul.
Vou dar um exemplo para melhor compreensão. A palavra história no norte é 력사 e no sul 역사, mas o hanja para as "palavras" é um só 歷史. Esmiuçando, 歷 é pronunciado como 력 ou 역, enquanto 史 é pronunciado como 사 .
Vala frisar, tomando a palavra "história" como exemplo, que originalmente, também no sul (nos primeiros anos de ocupação estadunidense) se falava 력사 e não 역사. Em certas regiões da Coreia do Sul ainda há aqueles, de mais idade, que falam da forma original. Essa é a comprovação explícita do crime contra a língua coreana que recai sob os fantoches sul-coreanos e os imperialistas estadunidenses, e que não pode passar batido, ou pelo menos não deveria.
Para encerrar, vamos nos aprofundar um pouco mais na questão que mostrará uma diferença gritante norte-sul.
O caso em questão é a tradução de nomes, palavras, lugares, etc... chineses.
Embora nenhuma das partes vá usar hanja nesse caso, há duas formas distintas que podem confundir muito os estudantes da língua coreana. Eu fui um desses.
No sul os nomes, em geral, são lidos da forma como se pronuncia na China. Ou seja, o hanja não atua nem de forma passiva, mas o caráter nacional se perde em parte, se formos analisar aprofundadamente.
Entretanto, no norte, os nomes chineses são transliterados de acordo com o hanja. Ou seja, são lido de forma coreana, não de forma chinesa.
Um exemplo clássico que chamou a atenção até mesmo de muitos sul-coreanos que desconheciam esta questão é a do nome do Presidente da China, Xi Jinping.
Em chinês, seu nome é 習近平 que, segundo o Pinyin - método padrão de transliteração do chinês - fica Xíjìnpíng, que ocidentalizado fica Xi Jinping - com o devido cuidado com a pronúncia é claro.
Na Coreia do Sul seu nome é escrito como 시진핑 que de forma romanizada fica "Shi Jin Ping", que é uma forma quase idêntica ao do chinês.
Porém, na RPDC ele é chamado de Sup Kun Pyong (습근평). Mas que diabos é isto? Muitos sul-coreanos pensaram assim quando viram a mídia coreana se referir ao presidente chinês durante as recentes cúpulas com o Máximo Dirigente Kim Jong Un.
A explicação não é complicada, observe:
De acordo com o hanja, 習 sup / 近 kun / 平 pyong.
Em outras palavras, utiliza-se o hanja nesses casos para transliterar e coloca-se o nome em caracteres coreanos. Diferente, não?
Vou dar mais alguns exemplos:
O famoso revolucionário chinês, ex-Primeiro-Ministro da RPC, Zhou Enlai (周恩来) é chamado de Ju Un Re (주은래).
A província chinesa de Xianxim (陕/陝) é chamada de Somso (섬서)
Há casos que não mudam tanto assim, vejamos o exemplo:
A cidade de Jilin (吉林), de grande importância também na revolução coreana é chamada de 길림 (Jillim).
Espero que tenham compreendido o tema. Qualquer dúvida é só perguntar.
quarta-feira, 2 de outubro de 2019
Dicionário coreano-português (5)
개천절 - Dia de Fundação da Coreia
소리마디 - sílaba
가스 - gás
기와 - telha
차대 - chassi
분소 - filial
한길 - único caminho
한생 - vida
로보트 - robô
날려라 - voar, flamejar
개념 - conceito
추상적인 - abstrato
참매 - açor
전할 - transmitir
일념 - resolução
준법 - obediência à lei
단위 - unidade
담배 - cigarro
바쳐 - oferecer
성대히 - magnífico
고문 - conselheiro, assessor
착공식 - cerimônia de início de construção
철수 - retirada
다락 - celeiro
세균 - bactéria
자체수양 - autodisciplina
땅크 - tanque de guerra
호포 - disparo de canhão
배타주의 - chovinismo
두려움 - temor
quinta-feira, 26 de setembro de 2019
Dicionário coreano-português (4)
전반적 - geral, global
법령- ordenança
개건 - reparação, reconstrução, remodelação
피복 - vestimenta
정책 - política (de algo ou alguém) - ex: 당의 정책 - política partidária
긴축 - austeridade
령토 - território
강탈 - usurpação, extorsão, saque
책동 - manobra, esquema, intriga
한장 - apogeu, plenitude
따기- colher
광 - luz, brilho, varrer (exterminar), liquidar
병합 - anexação
발굴 - escavação
유물 - relíquia
지중해 - Mar Mediterrâneo
기후 - clima
떨치다 - divulgar, fazer conhecer
존엄 - dignidade
영예 - glória, honra
먼저 - primeiramente
개발한 - desenvolvido
가능성 - possibilidade
협성 - negociação, colaboração
력기 - halterofilismo
레스링 - luta (wrestling)
롱구 - basquete
축구 - futebol
파쑈 - fascismo
나치스\ 나치즘 - nazismo
친위 - escolta, guarda-costas
일터 - local de trabalho
선포 - declaração, proclamação
로력 - esforço
성명 - anúncio, declaração, manifesto
알겠습니다 - de acordo (afirmação)
침략자 - invasor
추상적인 - abstrato
개념 - conceito
락관 - otimismo
terça-feira, 17 de setembro de 2019
Dicionário coreano-português (3)
기름밥 (kirumbap) - arroz frito
원주필 (wonjupil) - caneta esferográfica
간참 (kancham) - interferência
두벌자식 (duboldjashik) - neto
직승기 (jiksunggi) - helicóptero
일없다 (irobta) - satisfatório
알림판 (allimpan) - tabela de notícias\informações
후과 (hugwa) - resultado
병 (byong) - falsa doença
마가리 (magari) - cabana
쪽무늬그림 (jjogmunuigurim) - mosaico
부분해가림 (pubuhegarim) - eclipse solar
바삭과자 (basakguaja) - biscoito
젓기배 (jotgibe) - bote
얼음보송이 (orumbosongi) - sorvete
공민증 (kongminjung) - carteira de identidade
열스럽다 (yolsurobda) - envergonhado
열내림약 (yolnerimyak) - redutor de febre
들다리 (duldari) - poldra
그림영화 (kurimyonghwa) - animações (desenhos)
전원일치 (jonwonilji) - unanimemente
입다툼 (ibdatum) - disputa
급해맞다 (kumphematda) - urgente
망돌 (mangdol) - mó
균깡그리죽이기 (kyuckkangkurijugigi) - esterilização
검밝기 (kombalggi) - contraste
채눈종이 (chenunjongi) - papel quadriculado
동근달 (dongkundal) - lua cheia
따슴성 (ttasumsong) - conservação do calor
사과단물 (saguadanmul) - suco de maçã
죽는률 (juknunryul) - mortalidade
영예군인 (yogyegunin) - soldado ferido na guerra
맛다르다 (matdaruda) - incomum
인민소모품 (inminsomopum) - artigos de necessidade (do povo)
체육촌 (cheyukchon) - vila esportiva
치레거리 (charegori) - acessório
까리까리 (kkarikkari) - ambíguo
담배질꾼 (tambejilkkuun) - fumante (de cigarro) assíduo
강타기 (kangtagi) - patinação
곁얘기 (kyotegi) - episódio
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